Provérbios

Mais perdido que cego em tiroteio.
Tema:
Mais perdido que Adão no dia das mães.
Tema:
Galinha que acompanha pato morre afogada.
Tema:
Eu até concordaria com você, mais aí nós dois estaríamos errados.
Tema:
Para fortalecer o caráter, não há exercício melhor do que se levantar depois de cada queda.
Tema:
Para quem não tem nada, metade já é o dobro.
Tema:
É muito pão com ovo se achando Big-Mac.
Tema:
Ao contrário do estômago, o cérebro não avisa quando está vazio.
Tema:
Quem culpa os outros ainda tem um longo caminho a percorrer. Quem culpa a si mesmo está na metade do caminho. Quem não culpa ninguém chegou ao destino.
Tema:
Quando os pais trabalham e os filhos desfrutam a vida, os netos vão mendigar.
Tema:
Se você perdoa a raposa por roubar suas galinhas, ela levará suas ovelhas.
Tema:
Só um tolo testa a água com os dois pés.
Tema:
O ladrão acredita que todos roubam.
Tema:
Quem leva para casa um pedaço de madeira cheia de formigas, convida os lagartos.
Tema:
O cemitério está cheio de pessoas que se julgavam indispensáveis.
Tema:
Passarinho corajoso serve para engordar gato.
Tema:
Colocar a mão no fogo (por alguém).
Atestar a confiança em alguém. A expressão vem da Inquisição, quando os acusados por heresia eram obrigados a carregar uma barra de ferro quente com as mãos envolvidas em estopa. Se as mãos estivessem queimadas ao retirar a estopa, o destino era a forca.
Tema:
Segurar a vela.
Vigiar ou acompanhar um casal de namorados. Na Idade Média, as pessoas menos experientes seguravam uma vela para que os mais velhos executassem qualquer tipo de trabalho braçal no escuro. Na França, os criados eram obrigados a segurar candeeiros enquanto seus patrões mantinham relações sexuais.
Tema:
Bode expiatório.
Receber a culpa por algo que não fez. No ritual de purificação dos hebreus (Levítico cap 16), eles usavam dois bodes: um era sacrificado e seu sangue aspergido no santuário. O outro, vivo, se tornava o bode expiatório, que era abandonado no deserto para que todo o mal permanecesse longe do povo, pois carregava simbolicamente todos os pecados dos filhos de Israel.
Tema:
Puxa saco.
Indivíduo interesseiro. A expressão, que surgiu nos quartéis brasileiros, era o apelido dado aos soldados de baixo escalão que tinham a obrigação de levar os sacos de suprimentos de seus superiores durante as viagens e campanhas.
Tema:
Terminar em pizza.
Algo errado que termina sem punição. A expressão nasceu na década de 1960 a partir de uma manchete de Milton Peruzzi na Gazeta Esportiva: “Crise do Palmeiras termina em pizza”, porque uma reunião de 14 horas entre os dirigentes acabou numa pizzaria e sem solução.
Tema:
Amigo da Onça
Alguém que sempre leva vantagem. A expressão foi popularizada pelo chargista Péricles Andrade Maranhão que, de 1943 a 1961, publicou O Amigo da Onça na revista O Cruzeiro, personagem que sempre levava vantagem sobre os outros e colocava os amigos em situações embaraçosas.
Tema:
As paredes tem ratos, e ratos tem ouvidos.
Tema:
Elefante branco.
Algo incômodo que não pode ser recusado. Segundo Ari Riboldi em seu livro o Bode Expiatório, no antigo reino do Sião (Tailândia), o elefante branco era uma animal sagrado que deveria ser dado ao rei quando encontrado. O rei, por sua vez, presenteava os membros da corte com esses raros animais. Apesar do custo e do trabalho para cuidar de um elefante, o presente não podia ser recusado.
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