Paulo Francis

(1930–1997)
Paulo Francis, pseudônimo de Franz Paul Trannin da Matta Heilborn, foi um jornalista, crítico de teatro, escritor e comentarista brasileiro, nascido no Rio de Janeiro. Iniciou sua trajetória no teatro e no jornalismo cultural, tornando-se crítico de teatro e posteriormente um dos mais conhecidos colunistas políticos do país. Trabalhou em veículos como Diário Carioca, Última Hora, O Pasquim, Folha de S.Paulo, O Estado de S. Paulo e O Globo, além de ter se destacado na televisão, especialmente no Jornal da Globo e no Manhattan Connection. Seu estilo direto, irônico e frequentemente provocador o transformou em uma das figuras mais marcantes do jornalismo brasileiro da segunda metade do século XX. Morreu em Nova York, em 4 de fevereiro de 1997, aos 66 anos, vítima de um ataque cardíaco.
A sociedade de massas é por definição o fim da civilização. Bolsões de vida inteligente sobrevivem a duras penas.
Trinta Anos Esta Noite – 1964: O Que Vi e Vivi (1994)
Tema:
O Brasil é um asilo de lunáticos onde os pacientes assumiram o controle.
Trinta Anos Esta Noite – 1964: O Que Vi e Vivi (1994), p. 104
Tema:
Não levo ninguém a sério o bastante para odiá-lo.
Frase atribuída a Paulo Francis
Tema:
Quem não lê, não pensa, e quem não pensa será para sempre um servo.
Frase atribuída a Paulo Francis
A ignorância é a maior multinacional do mundo.
Frase atribuída a Paulo Francis
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