Roberto Motta

(1962- )
Roberto Motta é engenheiro civil formado pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) e mestre em Gestão pela Fundação Getulio Vargas (FGV-RJ). Com mais de 35 anos de experiência no setor executivo — incluindo atuação como consultor do Banco Mundial nos EUA —, dedicou-se nos últimos anos à segurança pública e à ação política no Brasil. Foi um dos fundadores do Partido Novo (do qual se desligou em 2016), atuou como colunista e escritor, tendo publicado diversos livros, como Ou Ficar a Pátria Livre (2016) e Jogando Para Ganhar: Teoria e Prática da Guerra Política (2018). Em 2018 participou da transição de governo no Estado do Rio de Janeiro, coordenando a transferência de funções na segurança estadual, e também exerceu por curto período o cargo de Secretário Executivo do Conselho de Segurança.

Veja mais sobre Roberto Motta.

Quando o Estado falha em punir o criminoso, pune o cidadão de bem.
A corrupção começa quando o homem perde a vergonha.
Tema:
A segurança pública é o primeiro dever do Estado.
Nenhum país é mais forte que o caráter de seu povo.
Tema:
As ideologias morrem, mas a liberdade é eterna.
A ignorância é o combustível do totalitarismo.
Tema:
A ideia que tudo é uma “construção social” é uma construção social.
Tema:
Não sou de esquerda porque essa posição ideológica se baseia em três crenças equivocadas: que o totalitarismo produz liberdade, que a distribuição de riqueza é mais importante do que a sua criação e que o Estado deve dirigir nossas vidas nos mínimos detalhes.
Tema:
O maior inimigo do socialismo não é o capitalismo. O maior inimigo do socialismo é a realidade.
Tema:
A ideologia não leva a realidade em consideração.
Tema:
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