Expressão Popular

Mais lento que fila de banco em dia de pagamento.
Tema:
Até o relógio parado acerta a hora duas vezes no dia.
Tema:
Mais perdido que cego em tiroteio.
Tema:
Mais perdido que Adão no dia das mães.
Tema:
Galinha que acompanha pato morre afogada.
Tema:
Eu até concordaria com você, mais aí nós dois estaríamos errados.
Tema:
Para quem não tem nada, metade já é o dobro.
Tema:
É muito pão com ovo se achando Big-Mac.
Tema:
Se sopa fosse janta, hospital seria restaurante.
Tema:
Só não é inútil porque serve de mau exemplo.
Tema:
É o sujo falando do mal lavado.
Tema:
Mais desconfiado que Noé quando viu um casal de cupins na arca.
Tema:
Se eu quisesse escutar mi-mi-mi eu teria um gato gago.
Tema:
Amigo da Onça
Alguém que sempre leva vantagem. A expressão foi popularizada pelo chargista Péricles Andrade Maranhão que, de 1943 a 1961, publicou O Amigo da Onça na revista O Cruzeiro, personagem que sempre levava vantagem sobre os outros e colocava os amigos em situações embaraçosas.
Tema:
Elefante branco.
Algo incômodo que não pode ser recusado. Segundo Ari Riboldi em seu livro o Bode Expiatório, no antigo reino do Sião (Tailândia), o elefante branco era uma animal sagrado que deveria ser dado ao rei quando encontrado. O rei, por sua vez, presenteava os membros da corte com esses raros animais. Apesar do custo e do trabalho para cuidar de um elefante, o presente não podia ser recusado.
Tema:
Pagar o pato.
Pagar a conta, arcar com as consequências. Vem da obra Facetiae, do italiano Giovanni Bracciolini (1380-1459). O texto conta a história de um camponês que vendia patos e certa vez uma mulher queria pagar os animais por meio de encontros sexuais, mas o marido dela descobriu antes, pagou o pato com dinheiro e encerrou a questão.
Tema:
Chutar o balde.
Encerrar uma situação, mandar “às favas”. Não há comprovação histórica, mas acredita-se que a origem desta expressão está ligada às execuções na forca. Os condenados ficavam em pé com a corda no pescoço sobre blocos que eram retirados (chutados) para executar o enforcamento.
Tema:
Rodar a baiana.
Causar confusão ou brigar com alguém. Originou-se no carnaval carioca, no início do século 20. Como naquela época malandros aproveitavam a folia para apalpar as moças que desfilavam, capoeiristas passaram a se fantasiar de baianas e a golpear os abusadores. Quem estava de fora só via a “baiana rodar” e não entendia nada.
Tema:
Colocar a mão no fogo (por alguém).
Atestar a confiança em alguém. A expressão vem da Inquisição, quando os acusados por heresia eram obrigados a carregar uma barra de ferro quente com as mãos envolvidas em estopa. Se as mãos estivessem queimadas ao retirar a estopa, o destino era a forca.
Tema:
Segurar a vela.
Vigiar ou acompanhar um casal de namorados. Na Idade Média, as pessoas menos experientes seguravam uma vela para que os mais velhos executassem qualquer tipo de trabalho braçal no escuro. Na França, os criados eram obrigados a segurar candeeiros enquanto seus patrões mantinham relações sexuais.
Tema:
Bode expiatório.
Receber a culpa por algo que não fez. No ritual de purificação dos hebreus (Levítico cap 16), eles usavam dois bodes: um era sacrificado e seu sangue aspergido no santuário. O outro, vivo, se tornava o bode expiatório, que era abandonado no deserto para que todo o mal permanecesse longe do povo, pois carregava simbolicamente todos os pecados dos filhos de Israel.
Tema:
Puxa saco.
Indivíduo interesseiro. A expressão, que surgiu nos quartéis brasileiros, era o apelido dado aos soldados de baixo escalão que tinham a obrigação de levar os sacos de suprimentos de seus superiores durante as viagens e campanhas.
Tema:
Terminar em pizza.
Algo errado que termina sem punição. A expressão nasceu na década de 1960 a partir de uma manchete de Milton Peruzzi na Gazeta Esportiva: “Crise do Palmeiras termina em pizza”, porque uma reunião de 14 horas entre os dirigentes acabou numa pizzaria e sem solução.
Tema:
Pé rapado.
Pessoa pobre, sem recursos. Origina-se do fato de que nas igrejas havia uma cantoneira de ferro para raspar a lama dos sapatos. Só os pobres tinhas os pés sujos de lama porque vinham a pé. Ricos vinham a cavalo ou de charrete.
Tema:
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